O Rosto

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Por trás dos traços negróides e impolutos,
repousa a pobre criança indefesa.
O semblante cerrado e os olhos argutos…
Na essência, suplicam o bálsamo da natureza.

Esse olhar bruxuleante do pobre rapaz
não mais contempla a vida em sua pujança.
As feridas do tempo não lhe dão paz,
suas lágrimas anelam a bonança.

Esse lábio, amargo e frio,
não trauteia uma canção.
O sorriso??? Exício…
Ele não quer a solidão!

Seu coração sem força; quase morto,
clama por um verdadeiro amor…
Que lhe resgate e não o deixe ignoto!
E lhe salve desse terrível langor.

Marcos Paulo de Oliveira Santos em 01/11/2010

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