Ó Capitão, meu Capitão!

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“Ó Capitão! Meu Capitão!”, queria muito ser liderado pelo insigne John Keating, interpretado por Robin Williams. Mas, parece que o destino não quer desta forma. Bolsonaro já está virtualmente eleito. Não creio, honestamente, que haverá qualquer sinalização do TSE para que sua candidatura seja impugnada. Basta lembrarmos de Jucá: “É um acordão com STF, com tudo!”.

Ao compulsarmos a história nacional, iremos observar que a cada 30 anos há movimentos que se pretendem novos, mas que no fundo são as velhas práticas. Há 30 anos tivemos a promulgação de uma Constituição que se pretendeu cidadã; democrática; em verdade, demonstrou que o Estado de Bem-Estar Social não logrou êxito. Trinta anos antes da CF de 88, tivemos o presidente Jango e, ato contínuo o Golpe de 64. Trinta anos antes tivemos Getúlio e a desconstrução da política do café com leite…

Lamentavelmente, estamos a enveredar por um caminho terrível 30 anos depois. Apoiado pelo o que há de mais abjeto na política. A democracia pode se mimetizar de muitas formas, sobretudo no Brasil. E o meu grande receio são as manobras jurídicas possíveis que serão levadas a efeito para justificar ações totalitárias; a supressão das liberdades públicas e a opressão aos que apontarem as falhas.

Oxalá, eu esteja errado. Mas, a conduta do “Coiso”, seus discursos e seus asseclas não me permitem ter otimismo.

 

 




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