Games

É óbvio que, com o advento de inúmeros consoles e a dinâmica da tecnologia, é impossível apresentar todas as novidades…
Mas, a seguir, indico alguns “games” que tive oportunidade de jogar e que me marcaram positivamente.

Fifa e PES:

No mundo dos games esportivos, indubitavelmente, as produções da Electronic Arts são excelentes!
Mas, na esteira dessa gigante dos games, vem a Konami, que não deixa a desejar.
Neste sentido, a minha dica é para os aficionados por futebol. Recomendo o FIFA (produzido pela Electronic Arts) ou o PES (Konami). Ambos disponíveis para diversos consoles. O gráfico dos jogadores e dos estádios são esplendorosos; as tomadas aéreas são incríveis; os mínimos detalhes merecem atenção: técnicos na beira do gramado, repórteres, torcida, entre outros. Ademais, a jogabilidade é muito boa em ambos. E o que serve de consolo é que a cada ano eles aprimoram alguma coisinha nos jogos (coisinha mesmo!). Então, não se preocupe tanto em querer comprar uma versão subsequente, porque a mudança não será tão grande assim. Poupe seu dinheiro! Por fim, a grande diferença está nos narradores. No PES, esta é uma tarefa do Silvio Luiz e o Mauro Beting. No FIFA, temos o Tiago Leifert e o Caio Ribeiro. Particularmente, prefiro o Silvio Luiz como narrador. Logo, prefiro o PES. O que estragou o FIFA, na minha opinião, foi a narração do Tiago Leifert. Ele é muito ruim! Prefiro o Silvio Luiz, por ser mais irreverente, irônico, enfim. É uma questão de gosto! Boa sorte. Bom jogo!

pes

 

fifa

 

Mortal Kombat:

Produzido pela NetherRealm, Mortal Kombat é um clássico que deve fazer parte da sua coleção. Os gráficos e a jogabilidade são incríveis e melhoram a cada versão…
Novos personagens surgem. E a possibilidade de golpes múltiplos é sensacional! (Para isso, você deve ser rápido com os dedos…).
Além disso, os golpes finais (Fatality) são escabrosos!
Tenho acompanhado ao longo dos anos as versões do MK. Tive ensejo de jogá-lo ainda no Super Nintendo (um console revolucionário para a época). Desde aquele tempo, a evolução foi impressionante.
Sim, este é um jogo de luta que vale a pena adquirir, especialmente para jogar contra os(as) amigos(as) e se divertir bastante.
Ah! E treine muito, porque com o Scorpions eu sou indestrutível!

Sektor V Subzero

 

Injustice: Gods Among Us:

É um game também produzido pela NetherRealm, que tem como pano de fundo as intrigas entre os heróis da DC Comics. Então, ícones como Batman, Superman, Mulher Maravilha, Solomon Grundy e muitos outros caem na pancadaria. São batalhas épicas e é muito tênue a linha entre o herói e o vilão. Vale a pena conferir. É um jogo bem interessante! Com bons efeitos e ótima jogabilidade. A diferença com relação ao MK é que há um pouco mais de diálogo; há um enredo (ainda que pobre) para aqueles que optarem por jogar sozinho. Mas, o interessante é jogar contra algum amigo(a). É mais divertido, na minha opinião.

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Street Fighter

Street Fighter é outro petardo no mundo da pancadaria. Jogo clássico, que revolucionou a área de lutas. Com o tempo, a Capcom perdeu o prumo da coisa. E as versões começaram a sair muito ruins. Mas, ultimamente, tem tido versões bem interessantes e lutadores fantásticos. Vale a pena conferir! E, claro, nunca é demais lembrar que eu quebro você com qualquer jogador, especialmente, Ryu, Ken, Sagat, Sakura, Gouken, Gen, Akuma. É só escolher, seu fraco!

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DOOM

A Ciência abriu as portas do desconhecido e a única salvação é um marine, para lutar contras as forças malignas… Produzido pela ID Software, com uma tecnologia revolucionária, gráfico alucinante e fortes emoções garantidas, Doom foi o divisor de águas do jogo de primeira pessoa. Formidável! Um clássico que não pode faltar na sua coleção. Mas, atenção! Se você é daqueles que acham que um jogo vai ter um poderoso impacto sobre a mente da pessoa a ponto de mudar a personalidade e ela sair atirando na vida real contra os cidadãos, por favor, não compre este jogue. Vá fazer o que você julgar mais útil e mais evoluído.

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Duke Nukem

Desenvolvido pela 3D Realms, Duke Nukem é um fenômeno “shooter” que permite disputas multiplayer ou a sequência comum pelos mapas. Que, aliás, são muito bem construídos e cada um com específicos graus de dificuldade e passagens secretas para a captação de bônus (esteróides, medicamentos, armas e munições, entre outros). Duke veio na esteira do Doom. E marcou uma geração. Vale a pena conferir algumas versões, mas tenha cuidado na escolha, porque, infelizmente, algumas delas foram horríveis.

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Blood

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Caleb é o personagem principal do jogo. Nascido no Texas em 1847, parecia que o destino reservava a ele o gosto pelo sangue. Quando completou cinco anos de idade já estava brincando com armas, e aos dezessete já considerado era um verdadeiro franco atirador. Em 1871 Caleb ingressa na seita “Cabal”, que é uma seita de adoração a um deus chamado Tchernobog (este nome deriva de Crnobog, da mitologia eslava, que é o oposto de Bielobog; Tchernobog também significa “Deus das Trevas” em russo) que viveu há milhares de anos. Lá ele conhece Ophelia, onde os dois tem um relacionamento amoroso e por fim se casam. Além de Ophelia, Caleb conhece também o irmão de Ophelia, que se chama Gabriel, e Ishmael (JoJo) na qual se tornam grandes amigos. Durante um culto o grupo consegue ressuscitar Tchernobog. O que era para ser motivo de alegria para os quatro, em que tiveram sucesso na ressureição do ser ethereal, imediatamente se tornou motivo de horror e pânico. Tchernobog ordena que a “Cabal” inicie uma perseguição contra eles. A casa de Ophelia inicialmente é incendiada por um grupo de cultistas, e misteriosos assassinatos começam a surgir, com isso Caleb começa a questionar Tchernobog a respeito dos incidentes. Acusando Caleb de traição, Tchernobog então ordena que seus súditos acabem com Caleb e seu grupo. Inicialmente Ophelia é raptada e morta por Cheogh, Rei dos Gárgulas. Em seguida, Gabriel é levado por Shial, a Rainha das Aranhas. Depois Ishmael é queimado e morto por Cerberus e finalmente Caleb é assassinado pelo próprio Tchernobog. A partir de então, Tchernobog e seus comandados da Cabal começam a espalhar o terror pelo planeta devorando almas. Caleb se recusa a morrer, e anos depois (precisamente em 1928) ele volta à vida no corpo de um homem, o qual já conhecia. Agora que está reencarnado, Caleb inicia a sua caçada a Tchernobog, disposto a se vingar dele e de todos que estiverem no seu caminho.

Este jogo é, simplesmente, fantástico! Foi um dos mais tenebrosos que joguei em 1997, quando eu ainda era uma criança. 🙂
Há continuação dele, intitulado: Blood: The Chosen. Mas, nada se compara ao primeiro. Com mapas sinistros, repleto de cemitérios, catacumbas, magias, bonecos de feitiçaria, gárgulas e demônios… Se você tiver como resgatá-lo no MS-DOS, vale a pena jogar e se divertir muito.

Wolfeinstein

 

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Wolfenstein saiu em 2009. O jogo coloca o jogador no controle de B.J. Blazkowicz, um condecorado membro da OSA (Office of Secret Actions) enviado em uma missão para investigar provas de um novo e misterioso poder nas mãos do Terceiro Reich alemão.
Como de costume, o jogo capitaliza no clima de ficção científica e ocultismo com elementos da Segunda Guerra Mundial.  B.J. Blazkowicz precisa escapar da prisão, matar os guardas, conseguir informações, destruir projetos de guerra química e acabar com experimentos malignos em seres humanos. Para isso, deve eliminar figuras-chave da hierarquia nazista.
Está disponível para diversos consoles e é outro petardo, com mapas incríveis e alguns bem difíceis. Vale a pena conferir.

Quake

Também produzido pela ID Software, foi criado após a bem sucedida franquia de Doom, tendo sido bem recebido pelo público e crítica. Quake ficou famoso por ser o primeiro jogo com todos os gráficos modelados em 3D, visto que outros jogos de tiro utilizavam imagens em 2D e não possuíam total tridimensionalidade. Com músicas sombrias, monstros sinistros e uma jogabilidade excelente, Quake vale a pena de ser jogado. É outro “gigante” dos jogos de tiro de primeira pessoa.

 

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